quinta-feira, 14 de junho de 2018

Como voar?

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Um destes dias questionei a uma amiga se se recordava de voar... Respondeu-me que não, mas que eu a estava a ajudar a desentorpecer as asas.
Muitos de vós nunca voaram, pois não é da vossa Natureza. 
Mas alguns sentem uma saudade inequívoca de voar...
Não estou a falar da levitação, para isso qualquer corpo físico está preparado... a mente é que não (demasiados bloqueios, mas falarei disso noutro dia).
Estou a falar daqueles que leram (ou depois disto vão ler) a "História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar" de Luís Sepúlveda e compreenderam...

"Mas Ditosa é realmente uma gaivota e a sua verdadeira natureza começa a vir ao de cima, e apesar da imensa vontade de ficar com a sua ?família?, a vontade de abrir as asas e voar também a invade. De tal forma que numa noite chuvosa, Ditosa finalmente abre as suas asas, segue o seu destino, e voa, deixando Zorbas com lágrimas nos olhos ao ver partir a sua amiga, mas compreendendo também a necessidade dela de seguir a sua natureza. "

Estando a existir na 3D (embora caminhando a passos largos para a 5D) estamos condicionados pelo nosso corpo físico. Temos de aprender a nos desapegar dele. 
Há que relembrar de como conectar com Gaya e os seus elementos.
Sintam o Sol na pele... e sejam a onda de calor que flutua.
Recebam a chuva de palmas e face viradas para cima. Conectem-se. Tornem-se numa gota de água...e depois noutra e noutra sucessivamente... Viagem...
Abracem uma árvore até serem unos com ela...ouçam-na...e subam (energéticamente) aos ramos mais altos... 
Enfrentem o vento de peito aberto, olhos cerrados e asas..ups...braços abertos... sintam as minúcias das suas correntes e deixem-se levar...
É assim que um Pleiadiano viaja... Lembraste-te agora? 



Amor Verdadeiro


Antes de torcerem o nariz porque não acreditam na definição de Amor Verdadeiro, eu ouso dizer-vos: se se cruzarem com ele saberão! Podem é não estar atentos, ou não perceberem bem o que viram. Mas se se cruzarem com duas Almas que se reencontraram irão reparar na Luz que emanam. Pode-vos incomodar ou pode-vos enleivar. Compreendam ou não, garanto que o sentirão!
Não interessa o tipo de casal... E sim a energia que emanam...
Prestem um pouco mais de atenção: pode ser aquele casalinho que está na mesa do lado a beber um chá, ou na fila do supermercado ou simplesmente a passear pelas avenidas. Reparem nisto: eles não reparam em mais ninguém! (A não ser que a interacção seja necessária.) Comunicam com olhares, sorrisos e toques. Quem se depara com estes instantes será tocado. Porque não existe força maior que a do Amor. Ela extravasa. 
Haverá quem pense (para si mesmo) que são tolos. Pois nunca conheceu tal Energia. E sente essa Mágoa. 
Haverá quem os mire com saudade, porque tem idade e sapiência suficientes para reconhecer algo que considerava perdido no Tempo...
Haverá quem os olhe enleivado e se deixe contagiar, sorrindo parvamente.
Mas para todos eles a Semente que plantaram foi a da Esperança renovada... Afinal o Amor Verdadeiro não morreu nos contos de fadas... Ele existe...

If You Love an Empath

Foto de Joel Massicot.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Massagem Terapêutica com Som


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Na lufa-lufa do nosso dia-a-dia dificilmente paramos para tomarmos consciência do nosse Eu. E para nos cuidarmos.
Proponho uma pausa, um mimo, uma evasão do mundo exterior. 
Um momento em que pode relaxar e permitir-se ser cuidado ao nível físico, espiritual e emocional.

Esta massagem surge após inúmeros pedidos de uma Terapia mais Relaxante (como sabem a minha formação teve enfoque na Desportiva).
Como sempre fiz questão de lhe dar um cunho pessoal. Eu gosto de sair da caixa, ou pelo menos enfeitá-la, e misturar terapias.

Começaremos com um exercício de Pranayama.

A massagem em si iniciarei (como sempre) pela Reflexologia, embora de forma mais suave. Será massajado de frente e verso com movimentos de massoterapia e percurssão. 
No final terá à sua cabeceira uma taça tibetana e aos pés um Chiron. Serão tocados alternadamente e simultaneamente. Nesta fase irei também aplicar a Prânica.
O relaxamento será tal que existe a possibilidade de adormecer.! Não se preocupe. Estará em segurança, confortável. E eu saberei respeitar o Seu momento.


O Reecontro das Almas

Foto de Rommy Fleck.


Quando o amor surge entre duas pessoas, é possível reconhecê-lo no mesmo instante. Na verdade, o amor não surge, ele retorna. Sempre esteve ali, presente no campo de ambas, apenas aguardando o tempo certo de se revelar.

O reencontro de almas é sublime e pode ser o ápice de uma vida encarnada, a experiência mais próxima do amor divino que a carne pode conceber.

A simples visão das mãos do outro é capaz de trazer à tona um sentimento represado por eras, à espera de expressão. Basta o mergulho no olhar da pessoa para saber que ali está o ser que lhe complementa, que lhe reconhece quanto essência.

O Universo para naquele momento. Congela-se o tempo, suprime-se o espaço. Naquele instante, só existe o hálito inebriante do amor. O êxtase do inevitável. Tudo mais se torna relativo, perde a importância, a urgência.

A inesgotável energia do campo formado pelos amantes é capaz de curar feridas, gerar mundos, fecundar ideias e salvar almas que sofrem no deserto sem amor.

O amor quando chega, oferta-se generosamente e estimula os amantes a fazerem o mesmo. A alegria suprema de um passa a ser o gozo e a realização do outro, sem qualquer traço de competição, inveja ou ciúme. Não satisfeitos, levam o amor a todos os cantos, multiplicando as bênçãos recebidas por pura gratidão.

Quanto mais os amantes convivem, maior a afinidade entre eles. Nunca se cansam um do outro. Todas as histórias compartilhadas se tornam interessantes. As confidências trocadas enlaçam seus corações.

As discussões, quando acontecem, servem de estímulo às suas mentes, que depois relaxam na paz do consenso.

Todos os sentidos se tornam extremamente aguçados. Um simples toque dos dedos ferve o sangue. Um sorriso aberto remete à mais pura felicidade.

Como a conexão é perene, nunca se teme a perda, pois o outro vive em si, mesmo à distância. O pensamento está sempre com o ser amado, mesmo quando se ocupa com outros afazeres.

A fusão de almas que verdadeiramente se amam produz uma entidade distinta, um terceiro ser, eterno, e muito maior do que a soma das partes. Essa entidade energética é que sustenta tudo quando acontece uma separação, seja qual for a razão. Ela nutre, acolhe e conecta os dois até que o momento do reencontro aconteça.

Um sentimento oceânico como esse causa um impacto profundo e transformador não só na pessoa, como no mundo. Cada ser que ama intensamente neutraliza todo o medo ao redor, pela simples ação da sua presença.

Viver um amor assim é uma experiência ansiada por todos, mesmo que inconscientemente, pois o amor é a nossa natureza. É o que verdadeiramente somos.

Fonte: Página Ashtar Sheran

sábado, 9 de junho de 2018

Há sempre um que não desiste



Quantos relacionamentos já perdemos por toscos mal-entendidos? Fica cada um amuado para seu lado, remoendo a sua mágoa. E este sentimento torna-se maior, quanto maior for a importância dessa pessoa na nossa existência. Já não estamos magoados pelo mal-entendido e sim pela falta que a pessoa nos faz. E fica cada um à espera que o outro avance... E o tempo passa... E a mágoa aumenta, tornado-se um oceano de águas revoltas.
Há que dominar o nosso Ego e dar o primeiro passo. Não estaremos a ser melhores que o outro por isso. Nem temos menos mágoa ou mais saudade! Apenas somos aquele que (naquele momento) está um bocadinho mais forte.
Se se revêm nestas linhas e têm discernimento suficiente para admitir (para vós mesmos) a vossa quota-parte de erro... vão!
Confrontem o vosso Medo! Sejam aquele que não desistiu desta vez! Para a próxima podem ver-se do outro lado...
Por isso... vão!
Cruzem os braços e olhem para a biqueira do sapato, olhem no fundo dos olhos ou baixem a cabeça com os olhos cerrados e as mãos em prece, façam como vos aprouver, mas perguntem:            "Perdoas-me as minhas falhas? Mesmo sabendo que provavelmente voltarei a falhar? Eu já te perdoei! Mas para me perdoar plenamente preciso do Teu perdão!"
Mas por favor, sejam sinceros! Não debochem do Perdão! É uma dádiva saber perdoar. É um bálsamo ser perdoado!
Vibrem na frequência do Amor e perdoem...

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Perdoa-te a Ti mesmo


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Perdoar o Outro é relativamente fácil., principalmente se nos soubermos colocar no lugar do Outro.
Mas... e perdoarmo-nos a nós próprios?
Uma imensa parte da Carga emocional que carregamos advém da Culpa. O Outro até já nos perdoou a falha, mas nós próprios continuamos a martirizarmo-nos por esse acto.
Para existir uma mágoa emocional é porque algo inteferiu com o nosso Ego. E nós reagimos!
A questão é que reagimos com base nestas premissas:o Passado e o Futuro.
Se alguém/algo nos magoou no Passado, sendo confrontados com esse alguém/algo novamente, vamos buscar as memórias e reagimos em conssonância. Mas o alguém/algo do Passado não é o mesmo do Presente. E acabamos por ter uma reacção discrepante. É assim que surgem os conflitos. Esperamos que a acção seja A para que a nossa reacção seja B. Mas a acção afinal foi C e ficamos sem saber como reagir ao Desconhecido. Perdemos o sentido. E o Ego tenta manter a familiaridade e reage B numa tentativa tosca de que a acção C se tranforme em A. E no meio desta luta de Egos soltam-se palavras e atitudes que se (soubéssemos e ) vivêssemos o Presente não teriam ocorrido...
E ficamos magoados... porque magoámos alguém com quem temos afinidade e porque fomos magoados de volta...
É nesta altura que tentamos perceber o que foi que aconteceu? E na maioria das vezes procurar UM culpado! Uma grande tolice! Pois ambos são culpados! Um porque agiu, o outro porque reagiu!
Tomem consciência: porque um agiu de certo modo? Perdoem! Porque reagiram daquele modo? Assumam os vossos medos, falhas, imperfeições. Perdoem-se a vós mesmos. Peçam perdão ao outro assumindo a vossa parte. Dominem os vossos Egos.
Não projectem medos no Futuro com base no Passado! Estamos em constante mudança... Permitam-se viver tranquilamente o Presente!
Se é fácil? Não! É um Caminho cheio de avanços e recuos. Praticar o Perdão requer esforço e dedicação, pelo menos no início... Depois torna-se um estado natural.
Só por hoje perdoa-te a ti mesmo...